Domingo, 30 de Julho de 2017
Could changes in thinking skills be reversible dementia?

Sometimes the causes for dementia are linked to medication side effects and underlying conditions.

 

 

 

We use the term "dementia" to describe a number of conditions that cause permanent thinking skills changes, such as memory loss and confusion. The most common kind of dementia is Alzheimer's disease, which is characterized by clumping proteins that get tangled in and around brain cells, eventually causing them to die. The second most common type of dementia is vascular dementia, caused by decreased blood flow to the brain from atherosclerosis—the accumulation of fatty deposits on artery walls.

Once dementia strikes, the damage is permanent, and we don't have many treatment options. So, before a diagnosis is made, it's crucial to rule out whether the causes for dementia are actually reversible conditions.

Reversible dementia

According to the Harvard Special Health Report Living Better, Living Longer: Taking steps now to ensure a happier, healthier future, a small percentage of dementia cases may be reversible dementia if treatment begins before permanent brain damage occurs. That's why it is important to report changes in your thinking skills to a doctor as early as possible.

A doctor would first rule out potential causes for dementia that are due to underlying conditions, such as poor sleep, depression, urinary tract infections, tumors, strokes, dehydration, and malnutrition.

Other underlying conditions that may be causes for dementia symptoms include the following.

  • Medication side effects. Some medications can impair cognitive (thinking) skills as a side effect. The prime suspects are a group of drugs called anticholinergics, found in many over-the-counter and prescription medications. These include treatments for incontinence, such as oxybutynin (Ditropan); depression, such as amitriptyline (Elavil); muscle spasms, such as cyclobenzaprine (Flexeril); and allergies, such as diphenhydramine (Benadryl). Taking several of these medications can intensify the side effect.
  • Vitamin B12 deficiency. Vitamin B12 is crucial for the functioning of nerve cells, and a deficiency can lead to an apparent case of dementia. This vitamin is plentiful in eggs, dairy, meat, fish, and poultry. However, with age, a person becomes less efficient at absorbing it from food into the bloodstream.
  • Normal-pressure hydrocephalus (NPH). This condition is an excess of cerebrospinal fluid around the brain. It occurs in about 700,000 elderly people. Symptoms of NPH are often diagnosed as normal aging, Alzheimer's disease or Parkinson's disease, according to the Hydrocephalus Association . In addition to developing dementia, people with NPH often lose bladder control and walk in a slow, hesitant manner, as if their feet are stuck to the floor. A surgically implanted tube (shunt) that drains this excess fluid from the brain brings rapid improvement.
  • Subdural hematomas. Hematomas are blood clots caused by bruising. Elderly people sometimes develop them after a very minor (and, therefore, often forgotten) head injury. As blood oozes into a closed space, the hematoma enlarges and begins to interfere with brain function.
  • Thyroid disease. Both overproduction and underproduction of thyroid hormones can cause dementia-like symptoms.

What to expect

Treating underlying conditions may resolve thinking skills problems. However, a more thorough cognitive evaluation may be necessary. That could involve cognitive testing conducted by a neuropsychologist; or an MRI to see if a structural problem, such as a stroke or tumor, is causing memory and thinking problems.

If someone does not have reversible dementia, the doctor may prescribe a medication to help control symptoms of dementia; and also exercise or more social involvement, which are both known to improve thinking skills. Finding answers sooner than later will allow more time to prepare if memory and thinking skills are truly declining.

– By Heidi Godman
Executive Editor, Harvard Health Letter

 

 

 

 

 

 



publicado por enfarpeladasocumveu às 20:58
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
Os segredos do sexo oposto: diferenças entre cérebros feminino e masculino

 Existem muitas diferenças entre homens e mulheres e não são apenas físicas. Saiba o que os distingue na saúde.

«É verdade que os homens precisam mais de sexo do que as mulheres?» A pergunta é uma das 163 dúvidas fundamentais do livro «Por que é que os homens têm mamilos?», escrito por Mark Leyner e pelo médico Billy Goldberg e editado pela Plátano Editora. E a resposta, que cita um estudo da Nature Neuroscience, é taxativa: «claro que sim!».
Além desta e de outras diferenças óbvias (como os cosméticos, os saltos altos e os aspectos físicos mais evidentes), homens e mulheres têm também fisiologias diferentes e algumas doenças têm mesmo sexo, afectando mais um género do que outro.
A comunidade científica está a despertar para estas subtilezas, começando inclusivamente a surgir centros de investigação e especializações em Medicina de género.
 
O coração
 
O principal inimigo da mulher situa-se nas doenças do aparelho circulatório, a primeira causa de morte no feminino em Portugal. Por ano, mais de 22 mil mulheres são vítimas de doenças cardiovasculares, com o acidente vascular cerebral (AVC), o enfarte ou angina de peito no topo das complicações.
«Surpreendentemente», assinala Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, «morrem mais quatro mil mulheres que homens por ano em Portugal com estes problemas» e «nove vezes mais mulheres com doenças cardiovasculares do que por cancro da mama».
A Cardiologia é justamente uma das especialidades em que o conhecimento das diferenças entre géneros está mais desenvolvido, mas os métodos de diagnóstico reflectem ainda pouco essas diferenças. «Os sintomas na mulher são mais difíceis de valorizar», frisa Manuel Carrageta.
Por exemplo, em caso de enfarte na mulher, é frequente não haver a «típica dor retroesternal». As técnicas de diagnóstico têm igualmente menor eficácia, «o tratamento, quer médico quer de intervenção ou cirúrgico, tem menos sucesso e o prognóstico é mais reservado» alerta o especialista.
 
As hormonas
 
As hormonas e a sua ligação com os genes têm uma grande influência em todos os processos, nomeadamente nas doenças que afectam mais as mulheres.
Os mesmos estrogénios que dão às mulheres mais defesas imunológicas, com uma resposta mais rápida e mais sólida, podem ser responsáveis pelos erros que permitem o surgimento de doenças auto-imunes.
Margarida Carneiro, investigadora na área da Imunologia, em especial da artrite reumatóide, indica que as doenças auto-imunes afectam principalmente mulheres. E é, justamente, durante as fases em que as hormonas estão mais activas que estas atacam.
O síndroma de Sjrögen, reconhecido pela secura nos olhos e boca, é o que afecta maior número de pessoas: dois a três por cento da população, na proporção de seis mulheres para um homem.
A artrite reumatóide, com inflamação nas articulações, afecta um por cento da população, e três mulheres para um homem. Cerca de 0,2 por cento da população tem lúpus, na proporção de oito mulheres para um homem.
Em todas estas doenças, a recomendação da investigadora, secretária-geral da Sociedade Portuguesa de Imunologia, é simples: consulte um reumatologista. Estas doenças têm de ser detectadas logo no início, para haver melhores resultados do tratamento.

O cérebro
feminino e masculino

Existem muitas diferenças entre os cérebros feminino e masculino, sendo que ao nível funcional e comportamental se encontram as maiores desigualdades, indica Nelson Lima, director executivo do Instituto da Inteligência.

«As doenças neurológicas e psiquiátricas afectam [também] homens e mulheres distintamente», sublinha o especialista, exemplificando com a hiperactividade e a síndrome de Asperger, doenças mais masculinas, a bulimia nervosa e o Alzheimer, mais femininas. Mas não é só o sexo que influi.

«As diferenças hormonais, biológicas e também sociais e comportamentais resultantes da cultura, das condições e dos estilos de vida» entram neste jogo. Truques? «Ler, passear, fazer amigos, conviver com os mais novos, uma dieta sadia, uma sesta a meio do dia...», recomenda.

Uma coisa é certa: quanto mais usar o cérebro, mais jovem ele se manterá. «A mente pode ser reforçada por actividades sociais, novas aprendizagens e evitando rotinas entediantes. Tudo isto insere-se na chamada neuróbica», explica o neuropsicólogo.

«Os exercícios mais estruturados de treino mental, como a meditação activa, pertencem à categoria de neurofitness e podem ser aprendidos com instrutores habilitados», acrescenta ainda.


Sabia que...
A osteoporose pode ser evitada com um estilo de vida saudável, com uma dieta rica em cálcio e vitamina D e exercício físico regular.


Diferenças entre X e Y

  • Apesar das doenças cardiovasculares serem comuns no sexo feminino, o especialistas em Cardiologia são, na sua maioria, homens. O INE contabiliza 585 cardiologistas homens e 167 mulheres.
  • Em 2005, a diabetes esteve na origem da morte de 2611 mulheres e 1959 homens.
  • As mulheres têm oito vezes mais hipóteses de sofrerem de osteoporose (doença que torna os ossos mais frágeis) do que os homens.
  • A asma e o estado de mal asmático provocaram a morte de 73 mulheres e 39 homens, enquanto que a gripe esteve na origem da morte de 31 mulheres e 17 homens em 2005 .
  • O cancro da próstata é uma doença comum no sexo masculino, que fez 1636 vítimas em 2005.
  • Não só as mulheres têm cancro da mama, embora liderem a tabela: 19 homens e 1479 mulheres foram vítimas dessa patologia em 2005.
  • Só as mulheres podem engravidar (isto não é novidade nenhuma), mas é em equipa que isso acontece. Um casal normalmente fértil tem apenas 25 por cento de hipóteses de conceber a cada mês.
  • Em 2005, morreram mais homens do que mulheres de VIH, doenças crónicas das vias aéreas inferiores, doenças do aparelho digestivo, doenças crónicas do fígado, acidentes de transporte e tuberculose.
  • A infertilidade não se limita ao sexo feminino: 40 por cento dos casos deve-se à mulher, 40 por cento ao homem e os restantes 20 a ambos ou fica por explicar.

 

Texto: Joana Andrade com Manuel Carrageta (cardiologista), Margarida Carneiro (investigadora em imunologia) e Nelson Lima (neuropsicólogo)
Fontes: INE, APOROS, Webmd.com Retirado do Sapo on line em 03-01-2010 




publicado por enfarpeladasocumveu às 00:59
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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2009
Contra el reduccionismo sutil: el ejemplo cerebro-mente (II)

(...)

Sin embargo, los contenidos “interiores” del cerebro-mente han de ser considerados de manera dialógica –en el doble sentido de lógica del diálogo y lógica dual del discurso formal-, dialéctica o empática, en el más amplio sentido. De manera monológica se pueden estudiar los cuerpos en movimiento, la fisiología de cualquier sistema, órgano, tejido o célula y hasta las tasas de suicidios existentes en la Unión Europea, país por país, región por región, según las estaciones del año o los cambios climáticos.

Pero aquello que hemos dado en llamar los “interiores” que son “constructos singulares” del cerebro-mente, como los pensamientos o los sentimientos, tan sólo podemos estudiarlos de una forma empática, interpretativa. Sin embargo quiero dejar muy claro que fisiología y empatía no son excluyentes sino complementarias y que nadie piense que no las integramos, todo lo contrario; la una siempre tiene que ver con la otra.

(...)

 

Aprovechamos para decir que la psiquiatría médica es el estudio de las intervenciones en el cuadrante superior derecho. Lo que el psicoanalista es capaz de detectar, como la rabia y frustración por el abandono paterno, convertida en depresión y tratable mediante el diálogo, la psiquiatría médica lo contempla como un problema de escasez de serotonina en la sinapsis neuronal que puede tratarse con medicación adecuada. Hemos de decir que ambos procedimientos son preciso y funcionan en sus respectivos cuadrantes. (...)

 

Javier Del Arco

 

 

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publicado por enfarpeladasocumveu às 22:21
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Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008
Revista Chilena de Neuropsicologia

La Revista Chilena de Neuropsicología publica artículos relacionados con la Neuropsicología en un sentido amplio. Su objetivo es constituir una tribuna de discusión y divulgación en torno a la neurociencia, en general, y a las bases biológicas del comportamiento humano, en particular. Además, especial énfasis recibirán todas aquellas temáticas relacionadas con la psicopatología, el daño orgánico cerebral, así como los desarrollos terapéuticos asociados. VER



publicado por enfarpeladasocumveu às 02:02
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Sábado, 2 de Agosto de 2008
A Neuropsicologia e as Emoções

  Sentimento

 

"Sentimento é aquilo que só nós sentimos, mas quando o exprimimos, é o mesmo que todos sentem".

Dante Milano (1899)

Poesia e Prosa

 

"Sem o homem certamente não haveria cultura, mas do mesmo modo, e mais significativamente, sem cultura não haveria o homem".

 

Clifford Geertz 

 

Experiência

 

"Experiência não é o que aconteceu com você, mas o que você fez com o que lhe aconteceu".

Aldous Huxley (1894-1963)

 

 (...)

 «O homem é, por excelência, um ser social que aprende de uma maneira mais complexa, por essa razão, é mais eficiente que os outros seres vivos na medida que possui um tipo único e especial de sistema de comunicação: a linguagem. O que uma pessoa se torna eventualmente, em termos de comportamentos e crenças, depende da cultura na qual está inserida. Não só o homem faz cultura, mas ele também é feito pela cultura.»

 

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publicado por enfarpeladasocumveu às 03:01
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