Domingo, 6 de Agosto de 2017
O cérebro controla quanto tempo vivemos (e pode reverter o envelhecimento)

Investigadores do Albert Einstein College of Medicine, em Nova York, testaram com sucesso um novo procedimento em cobaias, que poderia permitir controlar e prevenir doenças relacionadas com a idade e até mesmo o próprio envelhecimento.

 

Num artigo publicado esta quinta-feira na revista Nature, uma equipa de investigadores norte-americanos anuncia ter descoberto o papel crucial que o hipotálamo, a região do cérebro responsável pelos processos hormonais e metabólicos do corpo, desempenha no envelhecimento do organismo.

“A nossa pesquisa mostra que o número de células estaminais neurais hipotalâmicas diminui naturalmente ao longo da vida, e esse declínio acelera o envelhecimento”, diz o autor principal do artigo, Dongsheng Cai.

Mas segundo descobriram os autores do estudo, o processo não é irreversível.

Para descobrir se o desaparecimento de células estaminais foi causado por ou devido aoenvelhecimento, os investigadores injectaram uma toxina nas cobaias, que matou 70% de suas células estaminais neurais.

“Esta ruptura aumentou muito o envelhecimento em comparação com as cobaias de controle, e os animais com células estaminais interrompidas morreram antes do tempo expectável”, explica Cai.

Numa segunda experiência, os investigadores implantaram células estaminais prontas a se transformarem-se em neurónios novos no cérebro de cobaias mais velhas, e isso prolongou a vida das cobaias em 10 a 15%, mantendo-as fisicamente e mentalmente em forma durante vários meses.

Anteriormente, outros investigadores sugeriram o papel do hipotálamo no envelhecimento – embora nunca antes a hipótese tenha sido validada com tanta clareza.  A equipa de Dongsheng Cai parece ter encontrado o elo perdido, que poderia impulsionar significativamente a pesquisa na área.

“É um avanço. O cérebro controla quanto tempo vivemos”, diz David Sinclair, investigador da Harvard Medical School.

Segundo Dongsheng Cai, o próximo passo é testar o procedimento em seres humanos, e a equipa quer iniciar ensaios clínicos em breve, mas os resultados poderão demirar algum tempo a surgir. “Os humanos são mais complexos”, diz Cai.

As pesquisas no campo do envelhecimento aumentaram ao longo dos últimos anos, à medida que a ideia de que envelhecer é uma doença que pode e deve ser curada é cada vez mais aceite. E, sem nenhuma surpresa, muitos destes tratamentos potenciais têm base em alguma função do cérebro.

// HypeScience / Futurism

 



publicado por enfarpeladasocumveu às 01:45
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3 ilusões óticas que desvendam as fraquezas do cérebro

 

Acha mesmo que pode confiar no seu cérebro? Estas 3 ilusões óticas desvendam as fraquezas daquela que é uma das máquinas mais poderosas do mundo: a nossa mente. E explica-nos alguns dos seus segredos.

Getty Images/iStockphoto

 

O cérebro tem cerca de 86 mil milhões de neurónios e uma das suas funções essenciais é aceder aos 576 megapíxeis dos nossos olhos para saber interpretar a realidade. Mas consegue-o? Não. Pelo menos nem sempre: o que nós vemos não é a realidade, mas sim o que o cérebro retira dela. E às vezes isso não é suficiente.

Isto mesmo é o que provam estas três ilusões óticas: o cérebro não foi feito para fotografar o mundo por nós, mas sim para ser meramente funcional. O que ele faz é encontrar formas e objetos em vez de nos mostrar o mundo como ele realmente é. Na tentativa de nos poupar aos pensamentos mais mecânicos, o cérebro pode confundir-se e enganar-nos. E as próximas três imagem explicam como, desvendando assim as fraquezas de uma das máquinas mais poderosas do mundo: a nossa mente.

 

A ilusão do sexo

Créditos: Richard Russell, 2009.

Qual destes rostos pertence a uma pessoa do sexo masculino e qual deles pertence a alguém do sexo feminino? A resposta a esta ilusão, criada em 2009 na Universidade de Harvard (EUA) por Richard Russell, é simples: ambas as imagens mostram o mesmo rosto. E esse rosto não é nem feminino, nem masculino porque foi criado virtualmente para ser andrógino. A maior parte das pessoas, no entanto, não chega rapidamente a esta conclusão: para muitos, o rosto da esquerda mostra uma mulher e o rosto da direita mostra um homem. Mas porquê?

A ilusão funciona porque o tom de pele da suposta mulher parece ser mais claro do que o tom de pele do suposto homem. Alterando os tons de pele em computador isso afeta também o contraste do rosto, ou seja, a diferença de cores entre as partes mais escuras (como os lábios ou olhos) e as partes mais claras (a pele). Inconscientemente, o cérebro humano faz uma interpretação dessa informação e julga que, se um rosto parece ter muito contraste entre essas partes, então pertence a uma mulher. Se o contraste for mais baixo, então o rosto será de um homem.

Numa situação normal, não temos noção de que distinguimos dois sexos através do contraste do seu rosto: achamos que diferenciamos a cara de um homem da cara de uma mulher através do formato dos lábios, da textura da pele ou dos olhos. Mas quando nenhum desses elementos nos despertam respostas, o cérebro procura-as no contraste. Tudo isto de forma inconsciente para nós, como se o cérebro nos fintasse porque está a ser fintado. E isto funciona porque, como numa base de dados, o cérebro recupera as suas memórias de homens e mulheres para compará-las com o rosto à nossa frente e tirar as suas próprias conclusões.

A ilusão do cofre

Créditos: Anthony Norcia, 2006.

O que vê quando olha para esta imagem? Uma série de quadrados. Mas reserve alguns segundos para olhar com mais atenção para a imagem. O que começa a ver ao fim de algum tempo? A maior parte das pessoas precisa de mais atenção para que o cérebro interprete, no meio de centenas de quadrados, 16 círculos feitos com segmentos dos quadrados que compõem o fundo da imagem. O que está a acontecer?

Esta é uma ilusão adaptada em 2006 por Anthony Norcia de um outro exercício composto por Gianni Sarcone. E funciona porque é uma imagem ambígua, o que contraria uma das funções que o cérebro desempenha melhor: identificar objetos. O cérebro humano está concebido para juntar pedaços de imagens que identificamos como formas para depois interpretá-las como objetos. Acontece que nem todas as imagens do mundo podem ser estudadas assim: há imagens ambíguas, que podem ser tanto uma coisa como outra. Neste caso, um único conjunto de linhas horizontais podem formar um círculo. O cérebro não pode chegar a respostas conclusivas, por isso diz-nos que estamos perante quadrados numas vezes, enquanto noutras nos leva a crer que estamos perante círculos. Na verdade, estamos perante as duas coisas.

São muito raras as pessoas que veem os círculos imediatamente: a maior parte das pessoas identifica quadrados porque essa é a forma geométrica mais comum no nosso quotidiano: os livros são quadrados, os monitores são quadrados, as janelas são quadradas e por aí adiante. O cérebro sabe disso e vê-se livre do problema dizendo que, mais uma vez, estamos perante quadrados. Até que, olhando com mais atenção, lá encontra os círculos formado por quadrados.

A máscara do amor

Créditos: Gianni A. Sarcone, 2011.

O que tem de especial esta máscara de Veneza? A grande maioria das pessoas não repara que, dentro da máscara está um casal de um homem e uma mulher a trocar um beijo. Só conseguem visualizar o rosto de um homem de olhos fechados. Esta ilusão da máscara, criada por Gianni Sarcone em 2011, é mais um exemplo de como uma imagem ambígua, com contornos que podem ser agrupados de dois modos diferentes, pode deixar o cérebro tão confuso que de vez em quando dá uma resposta e de vez em quando dá outra.

Pode demorar algum tempo até conseguir ver o casal a beijar-se, mas assim que o vir o cérebro vai livrar-se da função de arranjar uma resposta definitiva para aquilo que está a ver: de vez em quando mostra o homem, outras vezes mostra o casal. A este tipo de exercício a ciência chama “perceção multiestável” e ocorre quando os padrões visuais são demasiado ambíguos para serem reconhecidos pelo sistema visual com uma única interpretação.

Este tipo de reação do sistema visual do cérebro não acontece noutros sistemas regularmente: outras partes do cérebro usam mecanismos que, por exemplo, escolhem uma das representações e ignoram todas as alternativas. Mas como o cérebro não sabe exatamente o que está a ver, também não consegue gerir essa informação de modo definitivo.

Autor:  in Observador em 1/8/2017


publicado por enfarpeladasocumveu às 00:24
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010
Lesões na amígdala cerebelosa tornam pessoas incautas - Órgão é inibidor de comportamentos com resultados negativos

Órgão provoca aversão a perdas
         Órgão provoca aversão a perdas
A amígdala cerebelosa, uma pequena massa de núcleos situada no interior dos lóbulos temporais do cérebro, é o órgão que nos torna cautos e prudentes quando devemos tomar uma decisão arriscada.

Últimos resultados, referentes a uma investigação realizada pelo University College London (Reino Unido) e publicado na «Proceedings of the National Academy of Sciences», reuniu pessoas com várias lesões neste órgão e demonstrou que existe uma maior tendência para estes apostarem dinheiro quando as potenciais perdas são maiores do que os benefícios.

Os participantes estavam sempre perante as mesmas opções de ganhar e perder (50 por cento de probabilidades), mas as quantidades de dinheiro variavam. Cada um recebeu 50 dólares (perto de 45 euros) virtuais e aceitou ou declinou 256 apostas em que podia, por exemplo, ganhar 20 dólares ou perder cinco – um risco que grande parte das pessoas correria – ou ganhar 20 e perder 15 – uma situação que seria normalmente recusada.

As voluntárias, duas mulheres de 23 e 43 anos, com lesões na amígdala cerebelosa, tinham mais tendência para apostar em situações em que poderiam perder muito dinheiro do que outras pessoas saudáveis e com o mesmo perfil sócio-económico.
Os participantes estavam sempre perante as mesmas opções de ganhar e perder (50 por cento de probabilidades), mas as quantidades de dinheiro variavam. Cada um recebeu 50 dólares (perto de 45 euros) virtuais e aceitou ou declinou 256 apostas em que podia, por exemplo, ganhar 20 dólares ou perder cinco – um risco que grande parte das pessoas correria – ou ganhar 20 e perder 15 – uma situação que seria normalmente recusada.

As voluntárias, duas mulheres de 23 e 43 anos, com lesões na amígdala cerebelosa, tinham mais tendência para apostar em situações em que poderiam perder muito dinheiro do que outras pessoas saudáveis e com o mesmo perfil sócio-económico. (...)

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publicado por enfarpeladasocumveu às 11:56
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Segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010
Os segredos do sexo oposto: diferenças entre cérebros feminino e masculino

 Existem muitas diferenças entre homens e mulheres e não são apenas físicas. Saiba o que os distingue na saúde.

«É verdade que os homens precisam mais de sexo do que as mulheres?» A pergunta é uma das 163 dúvidas fundamentais do livro «Por que é que os homens têm mamilos?», escrito por Mark Leyner e pelo médico Billy Goldberg e editado pela Plátano Editora. E a resposta, que cita um estudo da Nature Neuroscience, é taxativa: «claro que sim!».
Além desta e de outras diferenças óbvias (como os cosméticos, os saltos altos e os aspectos físicos mais evidentes), homens e mulheres têm também fisiologias diferentes e algumas doenças têm mesmo sexo, afectando mais um género do que outro.
A comunidade científica está a despertar para estas subtilezas, começando inclusivamente a surgir centros de investigação e especializações em Medicina de género.
 
O coração
 
O principal inimigo da mulher situa-se nas doenças do aparelho circulatório, a primeira causa de morte no feminino em Portugal. Por ano, mais de 22 mil mulheres são vítimas de doenças cardiovasculares, com o acidente vascular cerebral (AVC), o enfarte ou angina de peito no topo das complicações.
«Surpreendentemente», assinala Manuel Carrageta, presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia, «morrem mais quatro mil mulheres que homens por ano em Portugal com estes problemas» e «nove vezes mais mulheres com doenças cardiovasculares do que por cancro da mama».
A Cardiologia é justamente uma das especialidades em que o conhecimento das diferenças entre géneros está mais desenvolvido, mas os métodos de diagnóstico reflectem ainda pouco essas diferenças. «Os sintomas na mulher são mais difíceis de valorizar», frisa Manuel Carrageta.
Por exemplo, em caso de enfarte na mulher, é frequente não haver a «típica dor retroesternal». As técnicas de diagnóstico têm igualmente menor eficácia, «o tratamento, quer médico quer de intervenção ou cirúrgico, tem menos sucesso e o prognóstico é mais reservado» alerta o especialista.
 
As hormonas
 
As hormonas e a sua ligação com os genes têm uma grande influência em todos os processos, nomeadamente nas doenças que afectam mais as mulheres.
Os mesmos estrogénios que dão às mulheres mais defesas imunológicas, com uma resposta mais rápida e mais sólida, podem ser responsáveis pelos erros que permitem o surgimento de doenças auto-imunes.
Margarida Carneiro, investigadora na área da Imunologia, em especial da artrite reumatóide, indica que as doenças auto-imunes afectam principalmente mulheres. E é, justamente, durante as fases em que as hormonas estão mais activas que estas atacam.
O síndroma de Sjrögen, reconhecido pela secura nos olhos e boca, é o que afecta maior número de pessoas: dois a três por cento da população, na proporção de seis mulheres para um homem.
A artrite reumatóide, com inflamação nas articulações, afecta um por cento da população, e três mulheres para um homem. Cerca de 0,2 por cento da população tem lúpus, na proporção de oito mulheres para um homem.
Em todas estas doenças, a recomendação da investigadora, secretária-geral da Sociedade Portuguesa de Imunologia, é simples: consulte um reumatologista. Estas doenças têm de ser detectadas logo no início, para haver melhores resultados do tratamento.

O cérebro
feminino e masculino

Existem muitas diferenças entre os cérebros feminino e masculino, sendo que ao nível funcional e comportamental se encontram as maiores desigualdades, indica Nelson Lima, director executivo do Instituto da Inteligência.

«As doenças neurológicas e psiquiátricas afectam [também] homens e mulheres distintamente», sublinha o especialista, exemplificando com a hiperactividade e a síndrome de Asperger, doenças mais masculinas, a bulimia nervosa e o Alzheimer, mais femininas. Mas não é só o sexo que influi.

«As diferenças hormonais, biológicas e também sociais e comportamentais resultantes da cultura, das condições e dos estilos de vida» entram neste jogo. Truques? «Ler, passear, fazer amigos, conviver com os mais novos, uma dieta sadia, uma sesta a meio do dia...», recomenda.

Uma coisa é certa: quanto mais usar o cérebro, mais jovem ele se manterá. «A mente pode ser reforçada por actividades sociais, novas aprendizagens e evitando rotinas entediantes. Tudo isto insere-se na chamada neuróbica», explica o neuropsicólogo.

«Os exercícios mais estruturados de treino mental, como a meditação activa, pertencem à categoria de neurofitness e podem ser aprendidos com instrutores habilitados», acrescenta ainda.


Sabia que...
A osteoporose pode ser evitada com um estilo de vida saudável, com uma dieta rica em cálcio e vitamina D e exercício físico regular.


Diferenças entre X e Y

  • Apesar das doenças cardiovasculares serem comuns no sexo feminino, o especialistas em Cardiologia são, na sua maioria, homens. O INE contabiliza 585 cardiologistas homens e 167 mulheres.
  • Em 2005, a diabetes esteve na origem da morte de 2611 mulheres e 1959 homens.
  • As mulheres têm oito vezes mais hipóteses de sofrerem de osteoporose (doença que torna os ossos mais frágeis) do que os homens.
  • A asma e o estado de mal asmático provocaram a morte de 73 mulheres e 39 homens, enquanto que a gripe esteve na origem da morte de 31 mulheres e 17 homens em 2005 .
  • O cancro da próstata é uma doença comum no sexo masculino, que fez 1636 vítimas em 2005.
  • Não só as mulheres têm cancro da mama, embora liderem a tabela: 19 homens e 1479 mulheres foram vítimas dessa patologia em 2005.
  • Só as mulheres podem engravidar (isto não é novidade nenhuma), mas é em equipa que isso acontece. Um casal normalmente fértil tem apenas 25 por cento de hipóteses de conceber a cada mês.
  • Em 2005, morreram mais homens do que mulheres de VIH, doenças crónicas das vias aéreas inferiores, doenças do aparelho digestivo, doenças crónicas do fígado, acidentes de transporte e tuberculose.
  • A infertilidade não se limita ao sexo feminino: 40 por cento dos casos deve-se à mulher, 40 por cento ao homem e os restantes 20 a ambos ou fica por explicar.

 

Texto: Joana Andrade com Manuel Carrageta (cardiologista), Margarida Carneiro (investigadora em imunologia) e Nelson Lima (neuropsicólogo)
Fontes: INE, APOROS, Webmd.com Retirado do Sapo on line em 03-01-2010 




publicado por enfarpeladasocumveu às 00:59
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009
El cerebro humano falla en la vejez por la pérdida de materia blanca, no de materia gris

A medida que envejecemos, vamos perdiendo facultades mentales, como la capacidad de recordar ciertas cosas. Los científicos, tratando de reducir este declive, han estudiado a menudo la materia gris del cerebro, es decir, las regiones de la corteza cerebral en las que se localizan las funciones cognitivas más complejas.

Sin embargo, un nuevo estudio del MIT ha revelado que la reducción de nuestras capacidades mentales con la edad estaría más relacionada con la pérdida de la llamada “materia blanca” del cerebro que con la de la “materia gris”. La materia blanca hace referencia a las células nerviosas que están bajo la corteza cerebral y mantiene conectadas las diversas regiones del cerebro.

Según los científicos del MIT, mejorar el funcionamiento de esta parte del cerebro en el caso de las personas mayores, mediante medicamentos especializados o cambios en la alimentación, podría convertirse en una nueva manera de contrarrestar los efectos de la vejez en el cerebro.

Yaiza Martínez - 08/01/2009

 

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publicado por enfarpeladasocumveu às 01:32
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