Domingo, 7 de Fevereiro de 2010
¿Para qué sirve la conciencia en el aprendizaje? Del Comandante Data, su zombi y otras películas

 ¿Es posible aprender sin darse cuenta? ¿Qué diferencias hay entre ese aprendizaje y el que ocupa nuestro tiempo y esfuerzo cuando intentamos aprender un idioma o comprender las relaciones entre varios conceptos? La historia del debate acerca del aprendizaje implícito sirve de base para una discusión en torno a la función de la conciencia en los procesos cognitivos.

 

  Cada vez que hacemos algo aprendemos acerca de esa acción, aunque no lo pretendamos o no nos demos cuenta. Desde que en 1967 Arthur Reber se refirió a este fenómeno con la etiqueta de “aprendizaje implícito”, la historia de la investigación en este campo se puede describir como la sucesión de veinte años de sequía en los que casi nadie habló del fenómeno, y otros veinte de polvareda en los que todo el mundo ha discutido acerca de su existencia. Ahora que el revuelo empieza a disiparse, se presenta un panorama marcado por la proliferación de estudios que analizan su papel en contextos aplicados, observan su deterioro en pacientes, desarrollan modelos computacionales de su funcionamiento, o establecen relaciones con otros procesos cognitivos. No obstante, el fenómeno apunta a una pregunta central en torno al papel de la conciencia en el aprendizaje. Si el aprendizaje implícito se produce sin intención ni esfuerzo, y sin que los aprendices sean conscientes de estar aprendiendo, ¿para qué sirve un mecanismo análogo, pero más costoso, de aprendizaje explícito? ¿Para qué sirve la conciencia?

  

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 Luis Jiménez

Dept. de Psicología Social, Básica y Metodología,

Universidad de Santiago de Compostela, España

 



publicado por enfarpeladasocumveu às 22:51
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Terça-feira, 13 de Janeiro de 2009
El proceso cerebral de aprender y recordar es cosa de dos

Transmisores y receptores neuronales posibilitan por igual en la adaptabilidad del cerebro a los estímulos externos

La flexibilidad de las comunicaciones entre neuronas (sinapsis) es la que permite que nuestro cerebro recuerde la información importante y olvide la insignificante. Una nueva investigación ha descubierto que este proceso de selección de recuerdos es inesperadamente complejo, porque implica por igual tanto a receptores sinápticos como a los emisores neuronales. Eso significa que el tratamiento de la información que realiza el cerebro no es exclusivo de los receptores sinápticos, ya que los emisores neuronales emergen cuando el flujo de información se debilita, desempeñando un papel crucial en nuestra capacidad para aprender y recordar cosas. Por Yaiza Martínez.

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publicado por enfarpeladasocumveu às 01:52
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Terça-feira, 13 de Março de 2007
Aprendizagem a (em) cru

 Aprender não é um processo passivo. É antes um processo activo ao longo do qual se realizam transformações no cérebro de quem aprende.

Quanto mais intensamente utilizamos os conteúdos, mais vestígios ficam na nossa memória. Quanto mais conteúdos forem usados e mais frequentemente e mais profundamente, maior e melhor retenção, melhor a sua memória. (EX: Quando se pede para decidir se determinado conteúdo é animado ou inanimado, é necessário um esforço maior do que se se pedir para dizer se as palavras estão escritas com letra maiúscula ou distinguir um verbo de um substantivo. E, é relativamente à primeira distinção que a retenção na memória é maior). É por isso que se diz que, quanto mais profundamente for trabalhado o conteúdo, mais facilmente se memoriza.

A aprendizagem está, na maioria dos casos ligada a aspectos negativos, a uma actividade desagradável. No entanto, aprendizagem não tem de se ligar à escola e às frustrações a ela ligadas. De facto a aprendizagem não se liga apenas à escola pois o nosso cérebro está sempre a aprender, isto é, nascemos para aprender.

Aprender pode provocar, em muitas pessoas, medo. Enquanto as crianças se apresentam curiosas , os jovens e os adultos costumam apresentar algum receio face às novas aprendizagens. É como se gostássemos do velho, da comodidade que o conhecido promove...

O problema das novas aprendizagens tem a ver com a mudança. Quem aprende muda. Quando aprendemos algo de novo, não ficamos na mesma já que, para além de aprendermos material novo, também nos transformamos. A recepção do novo implica sempre mudança em quem recebe: "O homem  transforma-se quando aprende", "Quem aprende arrisca a sua identidade (isto é, as experiências e os valores que constituem a sua pessoa)". E isto causa medo, receios intensos...

Aos vestígios que ficam em nós, das impressões fugidias que vêm de fora, dá-se o nome de representações do mundo exterior. Estas representações são designadas por aprendizagem. O cérebro e os seus componentes, as células nervosas (neurónios), são especializados em construir representações (na dependência do meio envolvente) e em transformá-las.

(...)



publicado por enfarpeladasocumveu às 00:30
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