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Enfarpeladasocumveu

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O MAPA DO CÉREBRO

 

As grandes subdivisões anatómicas no cérebro  oferecem-nos um mapa de suas capacidades. Grosso modo o cérebro é bilateralmente simétrico, composto pelos hemisférios direito e esquerdo que estão conectados pelo corpo caloso e outras conexões axonais. Sua base é composta por estruturas como o bulbo que regula as funções autónomas incluindo respiração, circulação e digestão e o cerebelo que coordena o movimento. Em seu interior está a estrutura que controla o comportamento emocional, a memória e outras funções.

 

 

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ANTÓNIO DAMASIO: O CÉREBRO À PROCURA DA ALMA

Para o neurocientista português, atualmente radicado nos E.U.A. Prof. Dr. António Damasio, a razão pura não existe: nós pensamos com o nosso corpo e nossas emoções. O retrato de um pesquisador que deu à alma uma base neurobiológica

 

“Os fenómenos mentais  se integram verdadeiramente ao corpo tais como  eu os visualizo, são capazes de dar lugar às mais altas operações, como aquelas que revelam a alma e o nível espiritual. Sob meu ponto de vista, não obstante, todo o respeito que devemos concordar em noção da alma,  podemos dizer que por último esta reflete somente um estado particular e complexo do  organismo”.

 

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PARA REALIZAR TAREFAS DIFÍCEIS, ADULTOS E VELHOS RECORREM A MAIS ESTRUTURAS CEREBRAIS

   FISIOLOGIA DOS SENTIDOS
 
 Percepção pessoal das cores varia pouco
 

         Pesquisadores tornaram visível, pela primeira vez em pacientes vivos, a separação dos três diferentes tipos de células sensíveis a cor presentes na retina: alguns bastonetes atingem maior sensibilidade sob a luz azul, com ondas de cerca de 420 nanômetros, outros, sob o verde (535 nanômetros) e alguns sob vermelho (565 nanômetros).

         Heidi Hofer, da Universidade de Rochester, Estados Unidos, utilizou uma técnica de laser originalmente desenvolvida por astrônomos: ela corrige distúrbios atmosféricos na captação de imagens a partir de uma lente de alta definição que permite observar no olho humano quais células reagem de forma sensível a qual tipo de luz. Quatro pacientes foram solicitados a ajustar um foco de luz, contínuo e regulável, exatamente na cor amarela. Todos eles escolheram ondas quase idênticas, a percepção subjetiva de amarelo coincide. Como a análise da retina indicou, a participação dos três tipos de bastonete varia consideravelmente. Em algumas pessoas a disposição de receptores vermelhos e verdes é quase a mesma, em outras essa relação pode ser de até 1:40. A respectiva impressão das cores era, contudo, semelhante e admite apenas um desfecho: não é o disco rígido do olho que decide, mas a interpretação dos sinais no cérebro. E aqui, convenções lingüísticas e sociais perdem o sentido.

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