Quinta-feira, 25 de Fevereiro de 2010
Bases neurales de la violencia humana

"Objetivo. Recapitular e integrar la información proveniente de diversos estudios sobre las bases neurales de la violencia humana y resaltar la contribución fundamental más actual aportada por las técnicas de neuroimagen. Desarrollo. Se ofrece, en primer lugar, una perspectiva general de los estudios en animales, para pasar a describir, posteriormente, las primeras aproximaciones al estudio de esta temática. A continuación, se detallan algunos de los trabajos más actuales de neuroimagen y se analiza la relación entre lateralización cerebral y agresión. Por último, se aborda el papel del sistema nervioso autónomo y se ofrecen algunos modelos teóricos explicativos. Conclusiones. A grandes rasgos, hay una gran coincidencia entre la investigación animal y la humana. Si bien las primeras aproximaciones al estudio de la agresión y la violencia ofrecieron gran cantidad de información sobre las bases neurales de estas conductas, los estudios más actuales sobre neuroimagen han supuesto un importante avance en esta temática. Estos estudios han mostrado que hay diversas anomalías estructurales y funcionales en los lóbulos temporales y frontales de distintas muestras de sujetos violentos, que serían diferentes en función del tipo de agresión. Además, se ha sugerido que podría haber mayor incidencia de conducta antisocial entre individuos zurdos. Por otra parte, hay un menor nivel y una menor respuesta ante la estimulación para diversas variables psicofisiológicas como la actividad electrodérmica y la frecuencia cardíaca, y se han propuesto diversos modelos teóricos integradores para tratar de explicar la agresión y la violencia humanas."

 

L. Moya-Albiol

 

SABER MAIS EN REV NEUROL 2004;38:1067-1075



publicado por enfarpeladasocumveu às 22:21
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Bases neuronales de la empatía

Introducción. Entendemos por empatía la capacidad para experimentar de forma vicaria los estados emocionales de otros, siendo crucial en muchas formas de interacción social adaptativa. Tiene dos componentes: uno cognitivo, muy relacionado con la capacidad para abstraer los procesos mentales de otras personas, y otro emocional, que sería la reacción ante el estado emocional de otra persona. El desarrollo de las técnicas de neuroimagen ha hecho posible que se avance en el conocimiento de los circuitos neuronales implicados en la empatía mediante la utilización de diversas estrategias en el laboratorio. Los principales estudios se han centrado en la presentación de estímulos, entre los que hemos diferenciado los emocionales, los de expresión de asco, los somatosensoriales y los dolorosos, así como en el análisis de la relación entre empatía y perdón.

Objetivo y desarrollo. Con este trabajo hemos pretendido ofrecer una visión actualizada de las estructuras cerebrales implicadas en la empatía, analizando para ello las diversas estrategias metodológicas empleadas en la literatura científica sobre el tema. Además, se ha pretendido poner de manifiesto la disociación conductual y neuroanatómica existente entre los componentes cognitivo y emocional de la empatía, así como el hecho de que los circuitos neuronales que la regulan coinciden en gran parte con aquéllos relacionados con la agresión y la violencia.

 

 

L. Moya-Albiol, N. Herrero, M. C. Bernal

 

 

VER ARTIGO EN REV NEUROL 2010;50:89-100

 

 



publicado por enfarpeladasocumveu às 20:00
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Quarta-feira, 10 de Fevereiro de 2010
Chocoólicos não temem dor

Um estudo publicado no «BMC Neuroscience» mostrou que ratos com ânsia de comer chocolate conseguem tolerar choques eléctricos para se corrigirem ou até satisfazerem a sua necessidade.

Rossella Ventura, em conjunto com uma equipa do Santa Lucia Foundation, em Roma (Itália), estudou a relação existente entre o stresse e a necessidade compulsiva de procurar comida. “Usamos um novo modelo de análise de comportamentos compulsivos para testar se uma experiência stressante relacionada com comida pode ser substituída por uma resposta condicionada, para evitar um certo tipo de alimentos – neste caso, o chocolate".

 

VER MAIS AQUI E AQUI



publicado por enfarpeladasocumveu às 12:23
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Soft Drink and Juice Consumption and Risk of Pancreatic Cancer: The Singapore Chinese Health Study

Abstract

Background: Sugar-sweetened carbonated beverages (called soft drinks) and juices, which have a high glycemic load relative to other foods and beverages, have been hypothesized as pancreatic cancer risk factors. However, data thus far are scarce, especially from non-European descent populations. We investigated whether higher consumption of soft drinks and juice increases the risk of pancreatic cancer in Chinese men and women.

 

 Mark A. Pereira, Division of Epidemiology and Community Health, School of Public Health, University of Minnesota, 1300 South Second Street, Suite 300, Minneapolis, MN 55454. Phone: 612-624-4173; Fax: 612-624-0315. E-mail: map@umn.edu

 

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publicado por enfarpeladasocumveu às 12:17
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Lesões na amígdala cerebelosa tornam pessoas incautas - Órgão é inibidor de comportamentos com resultados negativos

Órgão provoca aversão a perdas
         Órgão provoca aversão a perdas
A amígdala cerebelosa, uma pequena massa de núcleos situada no interior dos lóbulos temporais do cérebro, é o órgão que nos torna cautos e prudentes quando devemos tomar uma decisão arriscada.

Últimos resultados, referentes a uma investigação realizada pelo University College London (Reino Unido) e publicado na «Proceedings of the National Academy of Sciences», reuniu pessoas com várias lesões neste órgão e demonstrou que existe uma maior tendência para estes apostarem dinheiro quando as potenciais perdas são maiores do que os benefícios.

Os participantes estavam sempre perante as mesmas opções de ganhar e perder (50 por cento de probabilidades), mas as quantidades de dinheiro variavam. Cada um recebeu 50 dólares (perto de 45 euros) virtuais e aceitou ou declinou 256 apostas em que podia, por exemplo, ganhar 20 dólares ou perder cinco – um risco que grande parte das pessoas correria – ou ganhar 20 e perder 15 – uma situação que seria normalmente recusada.

As voluntárias, duas mulheres de 23 e 43 anos, com lesões na amígdala cerebelosa, tinham mais tendência para apostar em situações em que poderiam perder muito dinheiro do que outras pessoas saudáveis e com o mesmo perfil sócio-económico.
Os participantes estavam sempre perante as mesmas opções de ganhar e perder (50 por cento de probabilidades), mas as quantidades de dinheiro variavam. Cada um recebeu 50 dólares (perto de 45 euros) virtuais e aceitou ou declinou 256 apostas em que podia, por exemplo, ganhar 20 dólares ou perder cinco – um risco que grande parte das pessoas correria – ou ganhar 20 e perder 15 – uma situação que seria normalmente recusada.

As voluntárias, duas mulheres de 23 e 43 anos, com lesões na amígdala cerebelosa, tinham mais tendência para apostar em situações em que poderiam perder muito dinheiro do que outras pessoas saudáveis e com o mesmo perfil sócio-económico. (...)

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publicado por enfarpeladasocumveu às 11:56
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