Sexta-feira, 28 de Março de 2008
Cérebros de recém letrados funcionam de maneira diferente
 A não aprendizagem da leitura em idade escolar conduz a “défices de desempenho em tarefas verbais particulares na idade adulta”, afirma Alexandre Castro Caldas.

O neurocientista Alexandre Castro Caldas lidera a primeira equipa mundial que conseguiu provar existirem diferenças físicas significativas entre o cérebro de letrados e analfabetos. Investigador principal do programa Neurociências do Instituto de Biologia Molecular (IBMC), o cientista explica as profundas implicações desta descoberta, sobretudo no que se refere à compreensão dos diferentes ritmos e processos de aprendizagem de crianças e adultos.

“A aprendizagem estará dependente do desenvolvimento de capacidades e quanto mais cedo essas capacidades forem implementadas, tanto melhor”, diz. O neurologista, que estuda o cérebro humano desde a década de 70, constata que os que não aprenderam a ler em tenra idade, têm dificuldades a nível verbal na idade adulta que se “reflectem na função cerebral e na própria anatomia do cérebro”. O impacto deste “handicap” na capacidade de aprender a ler na idade adulta tem orientado as investigações do cientista. Ver mais



publicado por enfarpeladasocumveu às 02:15
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O Erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano – António R. Damásio[1]

 Actualmente, vários estudos têm abordado de forma mais sistemática um “velho” tema, o das emoções e a sua importância no controle do comportamento, incluindo as chamadas funções mentais superiores como a percepção, aprendizagem, memória e inteligência. Realmente, nos últimos tempos, a emoção e a cognição têm estado mais no cerne das investigações e, em Portugal tal aconteceu, nomeadamente, após a edição do livro de António Damásio O Erro de Descartes: emoção, razão e o cérebro humano”.

De facto, desde essa primeira edição, em 1995, muita coisa mudou nas concepções da relação entre o corpo e a mente, na relação entre a razão e a emoção. Também desde então se alargaram os horizontes relativamente às questões da distinção entre doenças do «cérebro» e doenças da «mente», tal como entre problemas «neurológicos» e «psicológicos» ou «psiquiátricos» que como é referido pelo autor, “constitui uma cultural infeliz que penetra na sociedade e na medicina” (Damásio, 2005: 60). Contudo os horizontes passaram a alargar-se na sequência dos casos referidos nesta obra de tal modo que, desde então, a sociedade e a cultura começam a compreender melhor a relação de proximidade existente entre o cérebro e a mente, havendo mesmo já quem comece a aceitar que algumas imperfeições de carácter não são culpa das pessoas que as apresentam, nem dependem da sua vontade, como outrora era considerado. Hoje em dia já se começa a compreender que alguns comportamentos menos adequados que afectam a conduta e as emoções apresentando-se como inconveniências sociais difíceis de compreender e aceitar, decorrem de doenças da mente e são fruto de problemas vários ou de lesões cerebrais existentes, a maior parte das vezes desconhecidas, e não da responsabilidade do querer e do livre arbítrio de cada ser humano que as apresenta. Mais, há situações de doentes com anomalias profundas em termos de comportamentos sociais que podem ter um excelente desempenho em termos de inteligência, memória e raciocínio mentais. De facto ainda estamos longe de poder imediatamente avaliar estas situações pois os meios de diagnóstico ainda são algo rudimentares. (...)



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Food calories - independently of its taste - are directly recognised by the brain, says new research

Authors of the original paper: Albino J. Oliveira-Maia e Ivan E. de Araujo

:: 2008-03-27 Por Catarina Amorim *

 

We all know how pleasurable it is too eat a chocolate and how difficult it is, once we started, to stop. Scientists know that it is the recognition of its sweet taste in the mouth, activating the brain to produce dopamine – a neurotransmitter associated with strong feelings of pleasure – that leads to a desire for more. But while this hedonistic effect of food in the brain is well known, new research reveals that calories - per se - can do exactly the same. The study, to be published on the 27th of March issue of the journal Neuron, reveals that not only can calories induce dopamine release - independently of food palatability- but also, that this is done through activation of a same brain area responsive to sweet tastes.

*This article is the result of a project for the divulgation of portuguese science" http://www.cienciahoje.pt/1455"

ND - Ver entrevista com Albino Maia em mais 



publicado por enfarpeladasocumveu às 01:39
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Sábado, 15 de Março de 2008
Qué procesos cognitivos están implicados en el tratorno orgánico d personalidad subtipo desinhibido?

Palabras clave: conductuales ha de abordarse el estudio de los procesos subyacentes, aunque el salto entre lo observable y lo subyacente sea, al menos, tan grande como sucede en el estudio de las funciones ejecutivas. El objetivo que se persigue en el presente trabajo es revisar el conocimiento sobre el trastorno denominado desinhibición conductual, incluyendo tanto los aspectos descriptivos como los modelos teóricos explicativos más relevantes sobre el tema. En la literatura científica no parece existir ningún lanteamiento teórico que permita dar cuenta por sí solo de la variedad y complejidad de conductas que subyacen a este trastorno. Por ello, no parece suficiente hablar de “conductas frontales”, “impulsividad”, “fallo en la inhibición”, etc., puesto que estos mismos términos pueden estar aludiendo a comportamientos muy diferentes tanto en lo observable como en su etiología.» Mais

Trastorno orgánico de personalidad; inhibición; disinhibition; trastornos de conducta; emoción; teoría de la mente; daño cerebral adquirido; interacción social.

 

«En la revisión del conocimiento sobre la desin 



publicado por enfarpeladasocumveu às 22:47
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A Cognição Social e o Córtex Cerebral

Palavras-chave: Cognição social; pré-frontal; amígdala; razão; emoção; córtex cerebral

 

Resumo:

«A cognição social é o processo que orienta condutas frente a outros indivíduos da mesma espécie. Várias estruturas cerebrais têm um papel chave para controlar as condutas sociais: o córtex pré-frontal ventromedial, a amígdala, o córtex somatosensorial direito e a ínsula.

O córtex pré-frontal ventromedial está comprometido com o raciocínio social e com a tomada de decisões; a amígdala com o julgamento social de faces; o córtex somatosensorial direito, com a empatia e com a simulação; enquanto que a insula, com a resposta autonómica.

Estes achados estão de acordo com a hipótese do marcador somático, um mecanismo específico por meio do qual adquirimos, representamos ou memorizamos os valores de nossas ações. Estas estruturas cerebrais actuam como mediadores entre as representações perceptivas dos estímulos sensoriais e a recuperação do conhecimento que o estímulo pode activar. O sistema límbico é a zona limítrofe; nela, a psicologia se encontra com a neurologia. A correta sincronização destas zonas e estruturas, no adulto, é a chave para uma situação livre de patologia.» Ler mais
.



publicado por enfarpeladasocumveu às 22:23
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